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AJA SUN / AJA Sun Março 2020 - Um encontro de Dragões
« em: 13 de Março de 2020, 22:34 »
Um encontro de Dragões - de Toyota Celica até à Tail of the Dragon





A última geração do Celica tem já 20 anos. Mal amada à época, descubra como envelheceu, numa viagem aquela que é considerada por muitos a melhor estrada da América do Norte.


A viagem

Março de 2020. O mundo vive sob a ameaça de uma pandemia viral. As escolas estão fechadas. Os eventos, cancelados. Os mercados, em recessão. Mais que nunca, é preciso um anti-stress. Para quem adora automóveis e condução, nada melhor que uma viagem para limpar a mente.

O destino escolhido é a famosa estrada Tail of the Dragon. Assim chamada pois com 318 curvas em apenas 18 Km, serpenteia como a cauda de um dragão. E se não temos cuidado, esta pode ricochetear e levar-nos a conhecer a flora mais de perto do que seria desejável.

Uma espécie de meca para motociclistas e automobilistas, a estrada faz parte da cordilheira das Smoky Mountains, ficando precisamente na fronteira entre os estados do Tennessee e da Carolina do Norte. Partindo de Nova Iorque, são quase 3000 Km no total.



O companheiro de ocasião é um Toyota Celica de 7a geração, versão GT (equivalente à versão VVT-i em Portugal). Celica significa celestial, e na 1a geração, o modelo ostentava como símbolo um barco dragão com estrelas como remos. Trata-se então portanto de um encontro de dragões, o que não deixa de ser poético.

O Celica surge em 1970 como um pony car em ponto pequeno. Um Mustang à medida das estradas Japonesas e Europeias. Um carro com muito estilo e alguma performance, mas também economia e fiabilidade, e mais um grande turismo que um desportivo puro e duro. Ao longo da sua história o modelo foi crescendo em tamanho e em ambições, que atingiram o pico nos anos 90, com 4 campeonatos mundiais de rallies ganhos.

A 7a, e última geração do Celica, lançada em 1999, desviou-se claramente da rota até então traçada pelo modelo. O novo carro era mais pequeno, mais leve, e no geral, mais desportivo que os seus antecessores. Para trás ficou a tracção integral e os potentes motores turbo. Os novos Celica tinham motores aspirados de 1.8 litros, e possuíam sempre tracção dianteira. Talvez por isto tenha acabado por ser visto com maus olhos por muitos dos fãs da marca.
Mais de 2 décadas volvidas, estará o Celica de 7a geração condenado ao esquecimento, ou virá a ser um clássico apreciado como os seus antecessores?

Actualmente o Celica de 7a geração apresenta-se como uma proposta muito apelativa para quem pretende um carro que combina economia, versatilidade, desportividade e estilo num pacote de baixo custo.

O estilo ajuda. Na opinião do autor, a arrojada forma em cunha envelheceu muito bem. Particularmente quando vista de frente ou de perfil. Num mundo dominado por SUVs e CUVs, um coupé baixo sobressai, e parece muito mais caro do que é na realidade.

Ao carregar as malas para a viagem, é notória a versatilidade oferecida pela carroçaria de 3 portas. A amplitude da abertura da mala, combinada com os bancos rebatíveis, permite uma perfeita utilização do espaço disponível. Neste particular, o contraste com o sucessor espiritual, o GT86, é por demais evidente.



Quando nos sentamos ao volante, encontramos uma posição de condução baixa (cerca de 34.5 cm do assento ao solo), de perna esticada, bem a meu gosto. O volante de 370 mm é relativamente pequeno e vertical, e os pedais estão bem centrados. Fechamos a porta e seguimos caminho.

Os comandos são precisos e relativamente pesados face a um Corolla, por exemplo. O motor, apesar de partilhado com este último, é mais audível e a caixa mais curta. Todo o carro é mais desportivo que um vulgar familiar. A caixa de velocidades é uma delícia de manusear, com uma acção que imagino parecida ao do gatilho de uma espingarda. Requer força, mas dá muita satisfação. Todo o carro é mais difícil de guiar que o normal. A embraiagem, por exemplo, é muito brusca. Usar o acelerador para igualar a rotação nas trocas de caixa é essencial para evitar desconfortáveis solavancos.

Após estas impressões iniciais, rapidamente entramos na auto-estrada, onde nos esperam muitos Km a rolar. Face a Portugal, viajar nas AEs dos EUA é notoriamente diferente. O diferencial de velocidade entre veículos é mais reduzido, e a disciplina de faixa, inexistente. Os camiões, esses, são em muito maior número, e rodam muito depressa, tão depressa como os carros.

Neste ambiente, o Celica está algo fora de água. O motor 1.8 litros VVT-i de 140 hp, apesar de despachado, não é particularmente refinado. E quando conjugado com uma caixa curta, que o força a rodar 3000 vezes por minuto para fazer 100 Km/h na mudança de topo (a versão Europeia é um pouco melhor neste particular), resulta num nível de ruído excessivo. Situação agravada pela parca quantidade de materiais de insonorização, ditada pela contenção de custos e peso. Se viajarem num Celica, não se esqueçam de trazer tampões para os ouvidos.

Outra faceta do conforto a bordo é o espaço disponível. Neste particular o panorama é muito positivo para os passageiros da frente. Os de trás? Esqueçam, o banco traseiro só serve para transportar crianças, pequenas, amputadas, e apenas em situações de emergência.

Já os bancos, esses, são apenas razoáveis. Ao fim de um par de horas, as dores costas começam a fazer-se sentir.

Após uma noite de hotel, é altura de abastecer e completar as 2.5 horas que faltam para chegar às Smoky mountains. Tendo praticado velocidades na casa dos 100 Km/h, o consumo situou-se na casa dos 5.25 l/100 Km. Não fantástico dada a condução practicada, mas também não terrível.


Na montanha

Ao longe avisto a luz ao fundo do túnel, ou a montanha no horizonte. Terá a viagem valido a pena?



A Tail of the Dragon fica para o final, como uma cereja no topo de um bolo. Até lá sigo o caminho mais pitoresco, procurando as linhas mais onduladas no mapa. E ainda bem! A estradas US 19 e US 441, que atravessam o parque nacional das Smoky Mountains, são excelentes. Apesar dos muitos turistas, dá para fazer o gosto ao pé.



As subidas são mais que muitas, mas o motor está à altura. Não se trata de uma unidade brilhante. Não tem o refinamento ou o apetite por rotação de uma unidade Honda, por exemplo. Mas não compromete a nível de performance. Combinado com uma caixa curta, as recuperações são boas, e raramente é preciso reduzir de relação.



Mais umas horas e dou por mim finalmente na almejada Tail of the Dragon. A fama é tanta que é impossível que a estrada esteja à altura, certo? Errado, é tudo aquilo que esperava e mais!  As curvas sucedem-se a um ritmo alucinante. As mudanças de elevação e camber são constantes. Entroncamentos? Inexistentes! O trânsito, é pouco, e se por azar apanhamos alguém, há muitos sítios para parar e fazer umas fotos para ganhar distância.





Trata-se de uma estrada lenta, com muitas curvas de 2a e 3a. Mais adequada a carros pequenos e ágeis, que a grandes e potentes. Estou com sorte, pois é o meu tipo de estrada preferido. Permite divertimento sem grande perigo.



E como é que o Celica se porta neste ambiente?



Bastante bem! É aqui que a toada mais desportiva face aos seus antecessores vem ao de cima de forma mais evidente. O chassis é rígido e reactivo. Levantar pé em curva ajuda a traseira a rodar. A suspensão não é muito dura, mas também não é demasiado mole. A direcção é bastante directa, com uma relação de 14.4:1, e informativa, ficando mais leve à medida que nos aproximamos do limite da aderência. O motor responde bem ao acelerador e tem potência suficiente para afectar a atitude do chassis.



Mas nem tudo é bom. A unidade ensaiada sofre, neste contexto, de dois problemas. Primeiro os pneus, uns Michelin 195/60 R15 de todas as estações. Dobram demasiado em curva (até nas fotos se nota) e, na ausência de um diferencial autoblocante, comprometem a motricidade à saída de curvas mais apertadas.

Segundo, os travões. O pedal tem uns centímetros mortos no início do seu curso. E não são precisas muitas travagens consecutivas até a fadiga se começar a fazer sentir, com o pedal a ficar esponjoso. Inspiram muito pouca confiança. Serão as pastilhas de fraca qualidade? Ou o sistema subdimensionado?

No seu todo, o resultado é um carro que não se sente à vontade a ritmos de mais de 7/10. Para além dessa marca perde muita compostura e torna-se frustrante em vez de entusiasmante. Desfrutar, mas com moderação, é o lema deste Celica.


Em jeito de conclusão



No final do dia, dou a volta e rumo a casa, com a sensação de que valeu muito a pena a viagem. Se gostam de estradas sinuosas e tiverem essa possibilidade, não deixem de visitar a Tail of the Dragon. É uma estrada digna de figurar na lista de desejos a concretizar "antes de morrer" de qualquer entusiasta automóvel.

Quanto ao Celica, é um carro bem melhor que a sua fama deixaria antever. Pode não ter palmarés de competição dos seus antecessores, mas é um canivete suíço capaz de tanto transportar as compras da semana, como de divertir numa estrada de montanha. Com mais material de insonorização (ou um refinado motor Honda...), um overdrive, bancos melhores, uns pneus de baixo perfil e travões mais potentes ficaria perto de perfeito.

Futuro clássico? Sem dúvida! Já não se fazem muitos carros assim. Esta viagem fez-me pensar em possíveis sucessores e são difíceis de encontrar. Dentro da Toyota, o GT86 não é versátil pela falta de porta traseira, e o Supra é caro e sobretudo, automático!

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Geral / JA como "investimento"?
« em: 28 de Janeiro de 2017, 00:24 »
Achei que o fórum estava a precisar de animação por isso aqui vai. :green:
Como sabemos o dinheiro neste momento rende pouco no banco. Acham que há carros que possam ser comprados, usufruídos e vendidos sem perdas dentro de 5 ou 10 anos, depois de contabilizados os gastos de manutenção? Quais e porquê?

Começo por ponderar os factores de valorização de um carro. É apenas um, oferta vs procura. OK, mas o que faz a procura?

- Estética.
- Raridade.
- Um carro sem sucessor ou cujo sucessor tenha sido uma desilusão é mais desejável.
- Um tipo de carro que seja difícil de comprar novo (por exemplo agora é tudo turbo, FWD e automático,  logo um RWD aspirado e manual torna-se mais desejável).
- Palmarés de competição é sempre um bónus pois o valor dos clássicos passa mais pelo mito do que pela realidade.

ps: não se trata de fazer dinheiro ou comprar hoje barato para vender amanhã caro. Trata-se sim de juntar o útil ao agradável, salvaguardar o carro durante uns anos e depois dar a vez a outro.

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Geral / Honda N600: Serial one
« em: 25 de Outubro de 2016, 02:29 »
Uma história bonita de como a Honda USA restaurou o primeiro Honda a ser importado para o país.

! No longer available

Uma atitude louvável!

Mais informação em: http://www.serialone.com

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Apresentação dos membros / Apresentação
« em: 30 de Março de 2016, 23:57 »
Ora seguindo o mote dado pelos demais, aqui fica a minha apresentação pois não encontrei o post original.

O meu nome é Rui, RPM são as minhas iniciais.

Adoro carros basicamente desde que nasci. Gosto de todos os carros de índole desportiva, leves pequenos e ágeis. Os Japoneses são os meus favoritos pela qualidade e brilhante simplicidade com que são feitos, e por serem financeiramente acessíveis. A minha marca preferida é a Honda e a segunda a Mazda. São marcas que ao longo da sua história se destacaram pela tecnologia e inovação.

Não tenho nenhum JA. Tenho 3 Honda Civic (dois EGs e um EK) e um Ford Fiesta Mk2.

Cumprimentos.

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Geral / Os JAs e os faróis redondos
« em: 06 de Março de 2016, 00:13 »
Os faróis redondos são uma das marcas dos JAs.

Alguém conhece algum que não os tenha?

Eu presumo que a motivação por trás disto seria o facto dos faróis selados terem sido obrigatórios nos EUA de 1940 a 1984. Alguém sabe mais sobre o assunto, confirma ou desmente?

Se quiserem, partilhem umas fotos dos modelos que acham terem lidado melhor com esta limitação.

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Geral / Fãs Toyota não percam...
« em: 13 de Janeiro de 2016, 05:15 »
... a semana Toyota a decorrer no curbsideclassic.com!

Aliás penso que é um site que todos os que se interessam por carros deviam seguir, sempre.

Fica a dica.


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Geral / Qual é para si o melhor JA para usar no dia a dia?
« em: 09 de Dezembro de 2015, 21:41 »
É muito giro ter um carro que sai da garagem para ir à IPO, aos encontros do AJA, e pouco mais.
Mas sejamos sinceros: isso não é um carro, é um brinquedo. Um carro é o que nos leva para o trabalho, ao supermercado, aqui e ali, que faz parte da nossa vida no dia a dia. Um verdadeiro companheiro, e aquilo para que os carros foram originalmente construídos.

Posto isto, aqui fica o exercício: qual é para vocês o JA (limite mínimo de idade para ser JA: 30 anos) capaz de cumprir cabalmente este papel?

Como cada um tem um dia a dia e utilização diferentes (fazer 3 Km/dia numa cidade é diferente de fazer 400 Km/dia em estrada), bem como requisitos (uns valorizam o conforto, outros a desportividade, outros...), pede-se que descrevam o vosso dia a dia e expliquem porque é que a viatura escolhida se adequa aos vossos gostos e necessidades.

Parece-me um desafio complicado e interessante, eu vou ter de pensar bem antes de responder pois não estou a ver nenhum que consiga fazer o que preciso.

Que comecem os jogos!

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Geral / Inspiração
« em: 02 de Novembro de 2015, 16:35 »
Há quem não goste de carros Japoneses por serem pouco originais.
Neste tópico proponho-me a investigar a veracidade desta afirmação.

Começando pelo princípio…

1934 Chrysler Airflow -> 1936 Toyota AA
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Este caso é óbvio e inquestionável, a própria Toyota admitiu a inspiração, não só a nível de desenho como de arquitectura e conforto.

ps: este tópico não é para deitar abaixo, é para aprendizagem! Quanto mais informados formos, menos "talibãs" seremos...

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Geral / Preconceito contra os Japoneses, ainda existe em Portugal?
« em: 31 de Janeiro de 2015, 12:44 »
Que vos parece?

Conversas de Garagem - Episódio 1

Ao ouvir esta conversa fiquei com a ideia que sim! A forma como desprezam a Civic Shuttle sem perceberem que está ali por ser um produto bem conseguido na sua classe e olhando hoje para trás, um precursor dos actualmente tão populares CUVs...  :thumbdown:

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Eventos AJA / Almoço de Natal AJA 2014 - Conímbriga, 29 de Novembro
« em: 10 de Novembro de 2014, 19:59 »
Como é habitual no calendário de actividades do AJA, propomos um almoço de fim de ano, de carácter meramente social, desta feita no último Sábado de Novembro.

O evento continua, como sempre, a cargo do núcleo Centro do AJA e realiza-se, como costume, na região de Coimbra.



A inscrição é obrigatória, em resposta a este tópico ou por e-mail para: ajateam@amigosjaponesesantigos.pt

Manter-se-á a possibilidade de encomendar as queijadas. Quem quiser pode pedir o Pack 2 de 6 ou o Pack 3 de 12 que incluindo o almoço ficará por:

Pack 1 - Almoço: 16,50 €
Pack 2 - Almoço + 6 queijadas: 22 €
Pack 3 - Almoço + 12 Queijadas: 26 €

Informação sobre o menu:

ENTRADAS:Azeitonas, Enchidos, Paté, Manteiga, Pão, Broa
SOPA: Sopa de almeirões
PRATO PRINCIPAL: Lombinho de porco recheado com farinheira acompanha com couve salteada e arroz árabe ou Chanfana de cabra acompanhada com batata cozida e grelos salteados
SOBREMESAS: Escarpeada com pera bêbeda e arroz doce
BEBIDAS: Água, refrigerantes, café (incluídos)

Dicas:
- Levar o valor da refeição em dinheiro certo
- Levar automobilias

Agradecemos que façam as inscrições até dia: 26 de Novembro, Quarta-feira às 12:00 horas.


NOTA: Está negociado um atendimento preferencial junto do Museu de Conímbriga para quem o quiser visitar. A visita demora 1:30h no mínimo. Oportunidade excelente para juntar lazer e cultura. As crianças têm um menu infantil à sua espera. As mamãs têm a loja do museu para umas lembranças originais!


Resumo de dados do evento:

Evento: Almoço de Natal AJA
Data: 29/11/2014
Hora: 12:30
Ponto de Encontro: Restaurante Museu de Conímbriga
Local: Conímbriga - Condeixa N 40º 5`56,08  W 8º 29`32,99
Organização: AJA Team Centro
E-mail: ajateam@amigosjaponesesantigos.pt
Website: www.amigosjaponesesantigos.pt

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O AJA - Amigos dos Japoneses Antigos - realiza o 21º Encontro Informal AJA Norte nas instalações do Museu do Carro Eléctrico que se situa em Massarelos, no Porto à beira rio.

O que é um Encontro Informal no AJA?

1. É uma concentração estática de automóveis e motas japonesas construídos até ao ano de 1984, e também de modelos desportivos e de luxo de anos posteriores que mantenham o perfil de originalidade.

2. O objectivo é o convívio e partilha de informação entre os participantes.

3. Chama-se "Encontro Informal" porque, apesar de ter organização e regras definidas, é um evento social simples e gratuito.



Neste evento é possível:

- Adquirir merchandise do AJA (Ver tópico "Loja do AJA");
- Actualizar a quotização de sócio;
- Solicitar informação sobre a inscrição como associado;
- Registo na base de dados de contactos para divulgação de eventos organizados pelo AJA;
- Adquirir o jornal do AJA "AJA-sun";
- Esclarecimento sobre o funcionamento do fórum do AJA.

É UM EVENTO DE LAZER E DESCONTRACÇÃO.


Data: Domingo, 9 de Novembro de 2014
Local: Museu do Carro Eléctrico - Alameda Basílio Teles, 51 Massarelos, Porto
GPS 41° 08′ 51" N, 8° 37′ 58" O
Horário: das 09:30 ás 12:30
Contacto: ajateam@amigosjaponesesantigos.pt
Organização: Núcleo AJA Norte

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Começa já amanhã a 12ª edição do AutoClássico Porto na Exponor. O AJA marcará presença com dois dos mais icónicos carros antigos Japoneses no nosso país. Não deixem de nos visitar para os apreciar.  :thumbsup



Local:
EXPONOR – Feira Internacional do Porto

Horários:

Dia 3, 6ª feira: 15.00 – 21.00 horas

Dia 4, Sábado: 10.00 – 21.00 horas

Dia 5, Domingo: 10.00 – 20.00 horas

Bilhetes:

-10,00€ com acesso a AutoClássico e MotorShow Porto

Mais informações:
http://www.eventosmotor.com/2014/xii-autoclassico-porto.html

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Área Técnica / Cubos curiosos
« em: 28 de Julho de 2014, 19:32 »
Algo que me intriga:



Estes cubos são diferentes daquilo que conheço (isto). Daquilo que percebi, o Toyota AE86 ainda usava este esquema. Alguém sabe as principais vantagens e desvantagens deste sistema face ao "normal"? Assim à partida o "normal" parece-me mais simples e mais leve.

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Área Técnica / Zincagem
« em: 14 de Junho de 2014, 20:36 »
Olá, recebi umas peças vindas de zincar e o resultado foi assim a modos que melhorável. Dois pontos:

1. As peças douradas ficaram como que mate/bronze em vez de dourado brilhante como de origem, mais parecido com ouro verdadeiro… Será que se mandar zincar novamente a cor melhorará com a camada adicional?

2. As peças que têm reentrâncias ficaram mal zincadas na parte interior. Aquilo não é suposto funcionar por imersão? Se assim fosse o líquido devia chegar a todo o lado, não? Está-me a escapar algo?

Desde já o meu obrigado pela ajuda que me possam prestar.


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