O AE86 tornou-se de facto um carro "mitico" mas apenas para três tipos de pessoas:
- Quem os teve ou tem.
-Quem passou pela adolescencia com a "febre" dos carros em meados dos 80s (o meu caso).
Todos se lembram do "Twin Cam", um Coupé baixinho (para a época), o primeiro carro a ver-se em Portugal com spoiler de sére (acessorio de competição, na altura), com uns autocolantes atrás a dizerem "GT Twin Cam 16" e velocimetro a indicar 240Km/h.
Isso impressionou muitos putos, que paravam de cada vez que viam um (sendo eu um deles).
- Quem frequenta forums da web dedicados a carros (desenvolveu-se um culto enorme recentemente).
É simplesmente um carro excelente e hiper divertido para o preço, e para a época, nada mais. Não é nada do outro mundo.
Eu sou fan fervoroso do meu AE86 em particular.
Se ainda tivesse o meu Escort não sei se trocaria.
Nuno, polir julgo estar fora de questão por causa da oxidação. Algum revestimento teria que levar sempre (daí eu pensar em pintar. Envernizar terá sempre o problema referido da falta de uniformidade, com o consequente desiquilibrio).
Eu levantei esta questão por recentemente, em conversa, ter falado da situação em que o veio de transmissão se parta em andamento (implica a completa destruição do carro, fora os ocupantes).
Por esse motivo, muitos camiões levam uma corrente em redor do veio - se partir não cai á estrada.
Fui ficando a magicar nisso e veio o pânico.
Entretanto fui sentindo mais forte a folga que normalmente existe na transmissão (ao tirar o pé ou ao carregar depois de andar "á vela", sente-se uma folga, mas isso em qualquer RWD).
Recentemente (até pode ser por sugestão), reparo que ao desacelerar, mantendo o carro embraiado, ele perde velocidade "aos soluços", o que me está a deixar deveras preocupado (pode até ser da caixa, que está uma miséria).
Em aceleração não se sente puto.