Quanto aos problemas de saúde provocados pela decapagem com areia são do foro pulmonar.
Sei que o Ruben aplicou de facto areia na decapagem do seu Celica e no encontro de Lx a 1 Fev. 2004, tive a oportunidade de o alertar para essa questão.
O revestimento de uma superfície que constitui a pintura deve ser sempre precedido de uma boa limpeza e desengordamento de toda a área a revestir.
Assim, depois da chapa levada à cor prata, a área é lavada com desengordorante e diluente e só então é aplicada uma base anticorrosiva da Eastwood (dos USA) que forma uma base quimica estável da chapa. Só após esse tratamento é que pinto com gravitex e depois tinta auto preta ou de outra cor.
Só utilizo o gravitex na zona exterior do chão e nos para lamas que estão expostos à água.
Quando há lugar a decapagem (p. ex as suspensões) e zincagem procedo à pintura directa com uma boa tinta auto.
Reafirmo a pouca aderência do preto chassis. Nem a estrutura dos bancos interiores pinto com o preto chassis. Para mim é tinta banida dos meus restauros.
Em motores e auxiliares utilizo tinta enamel da FROST (UK) e fica o que se diz "um verdadeiro espanto"
Em colectores utilizo a tal vidragem/esmaltagem e na tubagem e panelas de escape uma boa tinta de alta temperatura de alumínio (pelo menos mais de 600ºC, mas quanto mais alta melhor).
Já agora não esquecer após a pintura geral da aplicação de cera no interior das zonas escondidas com pistola.
Claro que tudo isto não dispensa o tratamento das juntas.
E vou acabar porque senão temos aqui outro tópico que é a pintura (que note-se é o antónimo de borradelas ou "fuminhos")
Old & Classic Car Fan
Edited by: ROGER MORGAN
at: 24/2/04 23:53